Contabilidade para corretores de imóveis

Comissão varia. Seu imposto não precisa ser surpresa.

Você vende. Emite a nota. O resto é com a gente — a partir de R$ 289,90/mês, com contador nomeado.

O CRECI não exige CNPJ. Abrir empresa é uma decisão financeira — e a gente faz a conta com você antes de qualquer contrato.

  • 30+anos · Grupo Gilioli
  • 12×sua faixa de imposto revisada ao ano

02 — O que só acontece com corretor

Três coisas que o contador genérico costuma errar na sua conta.

Não é má vontade. É que a rotina do corretor não cabe na planilha padrão de prestador de serviço.

1

A venda de março ainda está te cobrando em dezembro

Sua alíquota não olha o mês. Olha os últimos doze.

Aquela comissão grande que você já gastou subiu sua faixa — e vai te cobrar mais caro em todas as vendas do ano inteiro, inclusive nos meses em que você não vender nada.

Quase ninguém percebe, porque a conta sobe devagar.

Verthus: acompanhamento do seu acumulado mês a mês, com aviso antes de a faixa virar — não depois.

2

Dois corretores, a mesma venda, impostos diferentes

A diferença entre pagar 6% e pagar mais de 15% não está na sua venda. Está em como sua empresa foi montada e em como ela é acompanhada.

A maioria dos contadores define isso uma vez, na abertura, e nunca mais olha.

Você pode estar no lado caro há anos sem nunca ter sido avisado.

Verthus: revisão mensal do seu enquadramento e do Fator R, com ajuste antes do fechamento.

3

Quem te pagou já contou pra Receita

Cada comissão que você recebeu foi declarada por quem pagou. Imobiliária, construtora, incorporadora — todas informam.

A Receita já tem o seu número antes de você declarar o seu.

Se os dois não baterem, você não é avisado. Você é notificado.

Verthus: conferência do que entrou na sua conta contra o que terceiros declararam sobre você.

03 — O que a Verthus resolve

Um braço da Verthus que só faz contabilidade de corretor.

Mesma casa de 30 anos, mesmo contador nomeado. A diferença está no que a equipe olha todo mês.

  • 01

    Abertura ou migração da empresa

    Atividade, regime de imposto e retirada do sócio definidos para o seu volume de comissão — depois de a conta mostrar que vale a pena.

  • 02

    Apuração mensal sobre o que entrou

    Cálculo dos impostos todo mês, com revisão do que define a sua faixa antes de emitir a guia.

  • 03

    Você emite a nota. O resto é com a gente.

    A nota sai com o seu CRECI. Escrituração, guias e declarações são nossas.

  • 04

    Conferência do que informaram sobre você

    Conferimos o que entrou na sua conta contra o que imobiliárias e construtoras informaram à Receita.

  • 05

    Contador nomeado no WhatsApp

    A mesma pessoa cuida da sua empresa e responde às suas dúvidas em dias úteis.

04 — Pessoa física × pessoa jurídica

Abrir empresa não é para todo corretor. Quem diz que é, está vendendo.

A conta é individual: depende de quanto entra, do que você deduz e do seu histórico. A Verthus faz esse cálculo antes de qualquer proposta — inclusive quando a resposta é “ainda não”.

Comissões por mês
Como pessoa física
Como empresa
Leitura da Verthus
Até R$ 5.000
Sem imposto de renda. Paga só a contribuição previdenciária de autônomo.
Imposto baixo sobre o faturamento, mas custos fixos todo mês: anuidades do conselho, previdência do sócio e honorário contábil.
Não vale. Fique como pessoa física — e a gente diz isso na primeira conversa.
R$ 5.000 a R$ 7.350
Imposto de renda com redução parcial, que diminui conforme a renda sobe. Mais a previdência.
Os custos fixos ainda pesam mais do que a economia de imposto.
Ponto de virada por volta de R$ 6.700. Abaixo disso, quase sempre é melhor não abrir.
R$ 7.350 a R$ 15.000
Tabela cheia. Em R$ 10 mil, o imposto efetivo fica perto de 19% — não 27,5%.
Se a empresa for bem montada e acompanhada, o imposto pode ficar em torno de 6% do faturamento, mais os custos fixos.
Costuma compensar. O quanto depende de como a empresa é estruturada — e de quem olha isso todo mês.
Acima de R$ 15.000
27,5% só sobre a parcela que passa do limite. Previdência com teto.
A diferença cresce com o volume. Mal acompanhada, a mesma empresa pode pagar mais de 15%.
Compensa. Acima de R$ 200 mil por mês, o plano é desenhado em diagnóstico.

Coluna pessoa física: tabela do imposto de renda vigente em 2026, sem deduções. Coluna empresa: Simples Nacional, e o percentual depende de como a empresa é montada e acompanhada. Nenhuma linha substitui a simulação individual.

Abrir o simulador pessoa física × empresa

05 — Quanto custa

O preço está na página, antes da conversa.

R$ 289,90 por mês é o piso para corretor. O valor exato sai do diagnóstico, conforme o volume de comissões e o número de sócios — e você vê a conta inteira antes de assinar. Sem asterisco, sem taxa que aparece depois.

Custa mais que a contabilidade geral da Verthus (R$ 249) porque tem mais trabalho: sua faixa de imposto revisada todo mês, comissão que varia, conferência do que informaram sobre você. Acima de R$ 200 mil por mês em comissões, o plano é desenhado no diagnóstico.

Corretores de imóveis

A partir de

R$ 289,90 /mês

  • Contador nomeado, com quem você fala direto
  • Toda a apuração mensal feita em cima do que de fato entrou
  • Revisão mensal do que define sua faixa de imposto
  • Conferência do que você recebeu contra o que informaram sobre você
  • Retirada do sócio e contribuição previdenciária organizadas
  • WhatsApp em dias úteis, com pessoa do outro lado
Começar pelo diagnóstico gratuito

Você emite a nota, com o seu CRECI. Tudo o que vem depois dela é com a gente. Se houver abertura de empresa, o valor total aparece no diagnóstico, por extenso, antes de qualquer assinatura.

06 — Fale com quem entende corretor

Conte quanto você recebe por mês. A gente diz se PJ compensa.

Diagnóstico gratuito, sem compromisso. Se PJ não valer para você, falamos isso também.

Seus dados são usados só para este contato, conforme a LGPD. Ao enviar, você concorda com os Termos de Uso e a Política de Privacidade.

07 — Perguntas de corretor

O que eu perguntaria antes de abrir empresa.

Não. Corretagem é profissão regulamentada, com conselho próprio, e está na lista de atividades vedadas ao MEI. Quem se formaliza vai para ME, normalmente uma sociedade unipessoal, que separa o seu patrimônio do da empresa. Na prática, não existe caminho barato de formalização: a escolha é entre continuar autônomo ou abrir empresa de verdade.

Não. São dois registros independentes: o de pessoa física permite atuar como autônomo, sem empresa e sem prazo para mudar. O de pessoa jurídica só é necessário se você decidir abrir empresa. Quem disser que é obrigatório está vendendo, não orientando.

Em torno de R$ 6.700 por mês de comissão, somando imposto, contribuição previdenciária, anuidades do conselho e honorário contábil. Abaixo disso, na maioria dos casos, continuar como pessoa física deixa mais dinheiro no bolso. A conta é individual — depende das suas despesas dedutíveis e do seu histórico — e a Verthus faz esse cálculo antes de propor qualquer coisa, inclusive quando o resultado é “ainda não”.

Depende do total do mês. Desde janeiro de 2026, até R$ 5.000 é isento de imposto de renda; de R$ 5.000,01 a R$ 7.350 há uma redução parcial, que diminui conforme a renda sobe; acima de R$ 7.350 vale a tabela cheia. A contribuição previdenciária é separada. Os 27,5% só incidem sobre a parcela que passa do limite da faixa: quem recebe R$ 10 mil paga por volta de 19% de imposto efetivo. “O governo leva um terço de tudo” está errado.

No Simples Nacional, a alíquota de entrada para serviços fica em torno de 6% — mas isso pode depender do Fator R, a proporção entre a folha da empresa (pró-labore e encargos) e o faturamento dos últimos doze meses. Acima de 28%, a alíquota menor se aplica; abaixo, pode passar de 15%. Como o cálculo é sobre doze meses acumulados, um mês de ajuste não resolve: é acompanhamento contínuo, não conta de fim de ano.

O imposto sobre faturamento, não: sem receita no mês, não há DAS — a guia mensal do Simples — a pagar. A declaração mensal continua obrigatória, e não entregar gera multa. O que não para são os custos fixos: contribuição previdenciária sobre o pró-labore, anuidade do conselho como pessoa jurídica (que não substitui a de pessoa física — as duas continuam sendo cobradas), certificado digital e honorário contábil. E a armadilha que quase ninguém conta: reduzir o pró-labore no mês fraco parece economia, mas derruba a média de doze meses e encarece o imposto de todos os meses seguintes.

Anuidade do conselho como pessoa jurídica, mais a taxa de inscrição no primeiro ano, mais a anuidade de pessoa física, que continua existindo, mais a contribuição previdenciária sobre o pró-labore e o certificado digital. É esse conjunto que faz a conta virar só a partir de um certo volume de comissão. Qualquer simulação que ignore isso está inflando a economia.

Sim, e isso muda no dia em que você abre a empresa. A DIMOB é a declaração anual das operações imobiliárias, obrigação da pessoa jurídica que intermedeia compra, venda ou aluguel. Como autônomo sem CNPJ, na maioria dos casos você não entrega; com empresa, passa a entregar. A Receita cruza essa informação com as declarações de todos os envolvidos na operação. Erro ou omissão gera multa a partir de R$ 500 por mês de atraso e coloca as outras partes da negociação na malha junto com você. Empresa sem operações no ano fica desobrigada.

Você assina uma procuração eletrônica e a Verthus busca documentos e histórico com o contador anterior. Você não para de emitir nota em nenhum momento e não perde histórico contábil. Ele não pode reter seus documentos como forma de pressão — são seus. E não existe janela obrigatória: dá para trocar em qualquer mês do ano.